Cordobel
Aqui procuro expor meus hobbys, meus conhecimentos técnicos na área de informática, um pouco de humor e nerdices em geral.
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
Dica para instalação do Debian no VirtualBox
Essa é uma pequena dica que vale não só para a instalação do Debian mas para qualquer outra distribuição do Linux, cujo instalador solicita a retirada da media.
Neste caso a media é a imagem de cd, o arquivo .ISO, se estiver usando uma media física, basta apertar o eject do drive de cd no momento que for solicitado pelo instalador.
Da forma como irei mostrar com um print, não será preciso desligar a VM para então editar as configurações dela. Bastará usar os menus da janela do VistuaBox aonde roda a VM, que são:
Dispositivos > Dispositivos de CD/DVD >
No último nível do menu já são exibidas as opções de dispositivos. Que são o drive do Hospedeiro, e as imagens de cd que você tenha inserido no VirtuaBox.
Com este menu você monta de desmonta medias para sua VM em qualquer momento da execução dela.
[*Note no print que a imagem do debian esta flegada, indicando esta montada. Clicando sobre ela, será retirado o flag indicando que a imagem foi desmontada.
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Snapshot virtualbox linha de comando ou snapshot virtualbox command line
Depois de ler e reler as man pages do Virtual Box, as FAQs, os manuais no site deste software de virtualização e além de muito googlar;
eu passei a entender como usar a linha de comando do Virtual Box para criar snapshots das VM's do meu trabalho.
O comando é o seguinte:
user@host:~$ VBoxManage snapshot android take TestSnapShot
Vou explicar o que significa cada coisa:
VBoxManage: É o comando que invoca a interface de linha de comando do Virtual Box.
snapshot: É o parâmetro do VBoXManage que manda ele fazer... o que o nome já diz, óbivio.
android: É o nome da VM que eu tenho no meu ambiente de testes do momento.
take: É outro parâmetro do VBoxManage, que sinceramente, eu não entendi pra que é que existe, mas se não usá-lo a interface reclama.
TestSnapShot: É o nome dado ao snapshot que você esta solicitando ao VBoxManage.
Vejamos novamente o comando de uma forma mais genérica:
user@host:~$ VBoxManage snapshot nome_vm take nome_snapshot
E se você não é muito criativo para nomes, e como um snapshot é uma forma de backup, você pode dar uma incrementada no comando usando e manipulando a saída do comando date. Veja só:
user@host:~$ VBoxManage snapshot android take `date +%F`
E sim, o parâmetro date +%F esta entre crases.
Agora basta por esta linha de comando em um script shell e executá-lo de tempos em tempos por meio de agendamento na cron.
Eu apenas não verifiquei quanto isso vai consumir de HD. Portanto, fica ligado!
eu passei a entender como usar a linha de comando do Virtual Box para criar snapshots das VM's do meu trabalho.
O comando é o seguinte:
user@host:~$ VBoxManage snapshot android take TestSnapShot
Vou explicar o que significa cada coisa:
VBoxManage: É o comando que invoca a interface de linha de comando do Virtual Box.
snapshot: É o parâmetro do VBoXManage que manda ele fazer... o que o nome já diz, óbivio.
android: É o nome da VM que eu tenho no meu ambiente de testes do momento.
take: É outro parâmetro do VBoxManage, que sinceramente, eu não entendi pra que é que existe, mas se não usá-lo a interface reclama.
TestSnapShot: É o nome dado ao snapshot que você esta solicitando ao VBoxManage.
Vejamos novamente o comando de uma forma mais genérica:
user@host:~$ VBoxManage snapshot nome_vm take nome_snapshot
E se você não é muito criativo para nomes, e como um snapshot é uma forma de backup, você pode dar uma incrementada no comando usando e manipulando a saída do comando date. Veja só:
user@host:~$ VBoxManage snapshot android take `date +%F`
E sim, o parâmetro date +%F esta entre crases.
Agora basta por esta linha de comando em um script shell e executá-lo de tempos em tempos por meio de agendamento na cron.
Resultados dos teste com a linha de comando.
Eu apenas não verifiquei quanto isso vai consumir de HD. Portanto, fica ligado!
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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012
Tipos de backup
Podemos ter três tipos de backup diferentes, são eles:
Incremental:
O backup incremental visa salvar as diferenças em relação ao ultimo backup completo, por exemplo: Um backup completo acontece no domingo. O incremental salvará os dados de domingo para segunda, de domingo para terça, de domingo para quarta, de domingo para quinta, de domingo para sexta e de domingo para sábado; ou seja, até chegar outro backup completo.
Diferencial:
Diferente do incremental, o diferencial, faz apenas os incrementos, assim gerando um volume menor de dados. Se o backup completo foi gerado no domingo, ele salva de domingo para segunda, de segunda para terça, de terça para quarta e assim até o próximo backup completo chegar.
Completo:
Visa salvar todos os dados, mesmo os que já foram salvos anteriormente, assim fazendo um backup completo de todos os objetos em questão.
Incremental:
O backup incremental visa salvar as diferenças em relação ao ultimo backup completo, por exemplo: Um backup completo acontece no domingo. O incremental salvará os dados de domingo para segunda, de domingo para terça, de domingo para quarta, de domingo para quinta, de domingo para sexta e de domingo para sábado; ou seja, até chegar outro backup completo.
Diferencial:
Diferente do incremental, o diferencial, faz apenas os incrementos, assim gerando um volume menor de dados. Se o backup completo foi gerado no domingo, ele salva de domingo para segunda, de segunda para terça, de terça para quarta e assim até o próximo backup completo chegar.
Completo:
Visa salvar todos os dados, mesmo os que já foram salvos anteriormente, assim fazendo um backup completo de todos os objetos em questão.
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Possível easter egg em uma das aulas da 4Linux
Estive revisando uma das aulas que estou assistindo online pela www.4linux.com e notei o que pode ser um easter egg referente a uma sena do filme O Guia do Mochileiro das Galáxias.
Quem assistiu vai se ligar. Quem não assistiu, de uma "googlada" por the answer to life the universe and everything, resposta para a vida, o universo e tudo mais.
O google retorna o resultado da pesquisa também com uma brincadeira, ou seja, um easter egg; termo em inglês para surpresa devida a brincadeira que se faz com os ovos de chocolate na páscoa.
Bom, me parece que o pessoal da 4Linux não quis ficar para trás na questão de implantar uns easter eggs. Segue o print de uma das apostilas.
Na explicação sobre variáveis vemos o exemplo de uma que se chama:
ANSWER que significa, resposta, e é atribuída a ela o valor 42. Uma simples coincidência? Ou uma conspiração dos illuminati, kkkkk.
Quem assistiu vai se ligar. Quem não assistiu, de uma "googlada" por the answer to life the universe and everything, resposta para a vida, o universo e tudo mais.
O google retorna o resultado da pesquisa também com uma brincadeira, ou seja, um easter egg; termo em inglês para surpresa devida a brincadeira que se faz com os ovos de chocolate na páscoa.
Bom, me parece que o pessoal da 4Linux não quis ficar para trás na questão de implantar uns easter eggs. Segue o print de uma das apostilas.
Na explicação sobre variáveis vemos o exemplo de uma que se chama:
ANSWER que significa, resposta, e é atribuída a ela o valor 42. Uma simples coincidência? Ou uma conspiração dos illuminati, kkkkk.
Google Chrome lento quanto as abas.
Estes dias o Google Chrome na máquina do escritório estava bem lento para passar de uma aba para outra ou para abrir novas abas.
Bom isso aconteceu porque eu fiz a besteira de concentrar todos os favoritos (tenho toneladas) na pasta Barra de favoritos do Google Chrome.
O negócio foi jogar tudo para a pasta Outros favoritos, e deixar na Barra de favoritos apenas uns poucos, como mostra figura a baixo.
Vale lembrar que se você tiver toneladas de favoritos como eu, vai demorar um cadinho, e o chrome vai disparar umas mensagens de erro, ai você vai clicando em aguardar até que ele termine.
Bom isso aconteceu porque eu fiz a besteira de concentrar todos os favoritos (tenho toneladas) na pasta Barra de favoritos do Google Chrome.
O negócio foi jogar tudo para a pasta Outros favoritos, e deixar na Barra de favoritos apenas uns poucos, como mostra figura a baixo.
Vale lembrar que se você tiver toneladas de favoritos como eu, vai demorar um cadinho, e o chrome vai disparar umas mensagens de erro, ai você vai clicando em aguardar até que ele termine.
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Porque é chato ter espaços em branco nos isstemas UNIX linke
Em sistemas UNIX like como o Linux, o espaço em branco é um caractere reservado do shell. A grosso modo, shell é um interpretador de comandos que pedimos para o kernel do Linux fazer.
Por isso que quando temos um diretório cuja composição do nome contem espaços em braco, ao executarmos no shell o comando
(pisti, uma fofoquinha aqui, o windows é todo do contra, por isso ele usa essa barra em tudo, rsrsrsr)
Então o comando fica assim:
Com isso, dizemos para o shell ignorar e não interpretar os espaços em branco log em seguida de cada contra barra. Pois a contra barra diz para o shell ignorar o próximo, e apenas o próximo caractere à direita dela.
Outra opção é ir pressionando o TAB, (tecla à esquerda da tecla Q, na mesma lina, tem aquele desenho com uma setinha sobre a outra, uma apontando para cada lado) isso auto completa o que for possível de ser executado e/ou acessado.
Por isso que quando temos um diretório cuja composição do nome contem espaços em braco, ao executarmos no shell o comando
cd dir com espaços em bracoO shell retorna um erro dizendo que o diretório não existe. Para resolver isso usamos um caractere para remoção, neste casso a contra barra " \ "
(
Então o comando fica assim:
cd dir\ com \espaços\ em\ branco
Com isso, dizemos para o shell ignorar e não interpretar os espaços em branco log em seguida de cada contra barra. Pois a contra barra diz para o shell ignorar o próximo, e apenas o próximo caractere à direita dela.
Outra opção é ir pressionando o TAB, (tecla à esquerda da tecla Q, na mesma lina, tem aquele desenho com uma setinha sobre a outra, uma apontando para cada lado) isso auto completa o que for possível de ser executado e/ou acessado.
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